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domingo, 20 de dezembro de 2015

Star Wars: - O Despertar da força: primeiras impressões

Por Paulo Armiliato

A tão esperada continuação de Star Wars finalmente estreou nos cinemas. O Episódio VII – O Despertar da Força resgata o estilo da primeira trilogia e tem agradado muito os fãs (eu adorei). Na sessão de cinema que assisti, neste último sábado, teve até aplausos da plateia assim que o filme terminou. A série teve início em 1977, com o lançamento do Episódio IV – Uma nova Esperança e foi a maior bilheteria da história, na época, além de ter levado 7 Oscar. O Despertar da Força dá mostras de seguir um caminho parecido.
A história se passa aproximadamente 30 anos após os eventos do Episódio VI – O Retorno do Jedi, mas também pode ser considerada um reboot (relançamento) do filme de 1977. Os elementos mais importantes do primeiro filme foram reproduzidos, dentro do novo contexto. Quem adorou o primeiro filme, dificilmente não gostará deste último. Foram acrescentados novos elementos, alguns muito legais, outros discutíveis, mas com certeza é um filme imperdível para quem gosta do gênero.  Para não estragar a surpresa, ficarei por aqui. 

E as impressões de quem não acompanhou toda a saga? 

Por Dora Carvalho

Vi apenas os filmes mais recentes da trama, que conta o início da saga. Gostei bastante de O Despertar da força, achei super divertido, com bons toques de humor que prendem do começo ao fim. Lógico que para quem não acompanhou todo o enredo ficam alguns furos, que mais parecem algo que está para ser contado mais adiante. Mas nada que comprometa o episódio 7. Tenho alguns pontos a considerar que parecem ter desagradado boa parte dos fãs também, como a escolha do ator vilão. Mas o restante do elenco está tão bem afinado que isso acaba ficando um pouco de lado. A experiência de ver em 3D é bem legal no momento das batalhas aéreas, sobretudo para as crianças. O mais legal do novo Star Wars, porém, é de ser nitidamente um filme mais voltado para a família - esta aí um toque que eu esperava dos Estúdios Disney. Acertaram! 


sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Blockbusters de infância: os clássicos dos anos 80

Por Dora Carvalho

Os filmes dos anos 80 marcaram a minha infância pela extrema liberdade e inovação com as quais diretores e produtores faziam filmes para o público mirim e família. Alguns ficaram na história do cinema e se tornaram clássicos, como é o caso de E.T. Extraterrestre (1982), dirigido por Steven Spielberg.
Quem se lembra do filme Os Goonies (1985), também dirigido por Spielberg? Era difícil saber se era para gostar ou ter medo de um filme de aventura em que um grupo de crianças em busca de um tesouro perdido se deparou com estranhas armadilhas, com cenas de sustos do começo ao fim. A incrível trilha sonora capitaneada pela cantora Cindy Lauper era puro deleite.
Os mogwais, estranhas criaturas parecidas com pequenos morcegos, se tornaram sucesso em meados dos anos 80 no filme Os Gremlins (1984). Os seres da noite, híbridos de coruja e morcego, tinham medo da luz e se multiplicavam alucinadamente. Até hoje há quem use a expressão “parecem gremlins” ao falar sobre uma grande quantidade de pessoas, em referência a uma espécie de gíria da época, graças ao sucesso do filme.
Por falar em gíria, Ghostbusters – Caça-Fantasmas 1 e 2 ( 1984/1989), dirigido por Ivan Reitman e roteiro escrito pelos protagonistas Dan Aykroyd e Harold Ramis, estava recheado delas. Talvez a mais lembrada seja “você virou um ectoplasma!”.  A música título, de Ray Parker Jr., embalou muitas festas na época. A comédia é considerada um dos maiores sucessos do gênero na indústria do cinema, já que o primeiro filme teve um orçamento de 30 milhões de doláres e receitas de quase 300 milhões.
A lista de grandes filmes dos anos 80 é longa, não dá para deixar de citar De volta para o futuro (1985), Karatê Kid (1984), os episódios de Star Wars, História sem Fim (1984), Labirinto (1986) e a linda canção “As the world falls down”, interpretada por David Bowie, assim como Curtindo a vida adoidado (1986) e Indiana Jones (1981). 
Feriado prolongado e tempo disponível podem ser sinônimos de Sessão da Tarde, iguais as dos anos 80. E com direito a filme dublado, só para lembrarmos das vozes engraçadas que garantiam toda a diversão.